Bt_padrinhos
Alur62he7cgs6sc65rcsgs65
POP
98234h978df876fds6f
METAL
87syf78sdyhf78sdf8sdhf78sdhf78
ALTERNATIVA
H8sad7a90d78ha9d7hads78dgs
ROCK
87ysaiud76s7a6g8d8sadsa8dg
REGGAE
5_786gdsjn987wqe6t
RAP, HIP-HOP & RN`B
787sdu9fdsf_jh8sd7fsd78f
JAZZ, BLUES & OUTROS
87ysdhfd8s7fsdf76sd7f6sdgf56gsd89f
John Is Gone
POP

A ESCOLHA

Na riqueza musical da nova POP Portuguesa sobressaiu um projecto.

Surpreendeu pelo equilíbrio conseguido entre o passado e o presente. Sons electrónicos misturados com guitarra portuguesa.

Qual Sétima Legião reinventada. Melodias bem estruturadas, e principalmente algo novo. Coragem no caminho tomado. Bruno Kalil, independentemente do seguimento no resto do RRW, já prova ter capacidade para vingar na cena musical Portuguesa.



APRESENTAÇÂO

Por vezes o inesperado acontece. Aconteceu connosco. Entrámos para o RRW 2008 sem grandes expectativas, marcados pelo longo caminho que tínhamos percorrido, de saborosas vitórias, mas também de amargas derrotas. Entregámo-nos de espírito aberto e demos tudo, embora conscientes de que mesmo assim poderia ser insuficiente.

Mas sentíamos que estávamos a dar o que é nosso, só nosso e por isso éramos genuínos. E aprendemos, ao longo desta caminhada que, quando nos entregámos desta forma, arriscámo-nos a ser premiados.

É por isso para nós uma enorme honra aceitar o convite de apadrinhamento deste fantástico evento, porque queremos estender a mão a todos os que vêm lutar pelo seu sonho. Um sonho que ainda repousa no imaginário mas que em breve se poderá vir a tornar numa saborosa realidade.

Convidamos-vos a participar neste fantástico evento que é o RRW. Vem dar o melhor de ti, expressar através da música a tua ânsia criadora e nunca te esqueças que, por vezes, quando menos esperamos…o inesperado acontece!


ENTREVISTA

1. Logo no ano de estreia, o Rock Rendez-Worten foi uma oportunidade aproveitada por muito mais de mil bandas e projectos musicais, de todos os pontos do país. O site da iniciativa teve, ainda, milhares de consultas do estrangeiro. Dir-se-ia que a criatividade existe e que faltam ocasiões e meios para a tornar pública. Concorda(m) com esta ideia?

É um facto inquestionável. A criatividade existe. Toda a indústria musical e mercados vizinhos têm se pautado só por apostas seguras. Arriscam somente em projectos consumados, que já muito furaram para ganhar uma posição mais segura.

O RRW posiciona-se mais a montante, puxando para o foco valores que não tinham exposição mediática. O número de visitas do rrw.pt no ano passado mostra também que há interesse do público em projectos novos.

2. A circunstância de o RRW aliar a plataforma digital e a Internet, numa primeira fase, e a prova de palco, para aqueles que forem os escolhidos, é um valor acrescentado para aprofundar o conhecimento das diferentes bandas e projectos?

Sem dúvida. Numa primeira fase, em que é necessário ouvir/partilhar milhares de projectos musicais, a plataforma digital é essencial para que o conhecimento seja possível e consolidado num universo tão diversificado de projectos musicais.

A prova de palco será a confirmação real ou não do valor desses projectos, em que questões como a imagem, presença e atitude serão verdadeiramente demonstrados.

3. Quais são os critérios de selecção que, como padrinho(s), vai/vão privilegiar quando chegar o momento de votar nos melhores da sua/vossa área? Ou, por outras palavras, o que mais gostavam de vir a descobrir entre os inscritos no RRW?

Primeiro, Criatividade. Vendo a criação musical como uma forma de arte, em que, como todas as outras formas de expressão passamos o que nos vai na alma, valorizamos mais a criatividade. Sim, porque todos somos diferentes. E se sai realmente de nós será original, será expressão, será arte.

Segundo, imagem/actuação. As evoluções tecnológicas têm-nos feito esquecer que a música é para ser escutada/vista ao vivo. Como o teatro. Recebemos as mensagens por todos os sentidos, e se os intérpretes as querem passar na totalidade têm que a expressar. Se tocamos uma música melancólica, assim estaremos em palco.

4. Que mensagem gostaria(m) de deixar aos que ainda possam estar hesitantes em aderir ao RRW, partindo do princípio que só terão a ganhar se se inscreverem?

Acho que primeiro é importante acreditarmos no que fazemos. Essa é a primeira barreira a quebrar.

Se têm um projecto musical na sombra, nós como banda que já concorreu a quase tudo, garantimos que nunca tínhamos tido tanta exposição mediática como temos tido após a vitória do RRW. E é isso que é preciso. Não são prémios monetários, nem uma simples participação num festival. É a exposição continuada e em vários media que poderão fazer-te mostrar a todos o teu valor e aquilo que tens para dizer.

5. Em que medida espera(m) que uma iniciativa, acessível mas criteriosa e estruturada, possa vir a mexer com "o estado das coisas" na música moderna portuguesa?

Pode sem dúvida mexer com o actual estado da música portuguesa, que está obsoleto e sem dinamismo, que anseia por novos projectos audazes. Mas para tal, só será possível com um critério exigente, bem estruturado e acima de tudo com forte convicção.

6. Qual é a sensação de "saltarem" de concorrentes para padrinhos? O nervosismo é maior agora ou quando "prestaram provas"?

Uma grande honra e ao mesmo tempo uma grande responsabilidade. Sabemos perfeitamente a importância crescente que o RRW terá no panorama da música nacional. Um orgulho fazer parte dele.

O nervosismo tem diminuído ao longo do nosso percurso que não é recente. O carácter profissional com que encaramos este novo desafio, obriga-nos a que a serenidade e sensatez esta cada vez mais presente.

7. O sector POP, de que são padrinhos, costuma ser um dos mais diversificados e, também, um daqueles de que se esperam melhores respostas comerciais. Têm algum recado especial para os candidatos da área?

O recado será mais uma desmistificação, e a mensagem para os que ainda não se inscreveram. Julgamos que a categoria POP muitas vezes é associada a música com fins exclusivamente comerciais. Repudiamos essa abordagem. Por definição, a música POP é um estilo que tenta tocar a todos, não a uma franja social. E se querem, como nós, gritar para o mundo, este será o estilo mais consensual e apropriado.